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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Estudantes de Engenharia do UNIFESO Teresópolis têm trabalhos aprovado pelo PIBIC em edital para ICMBIO

A estudante Thamirys Domingues teve aprovado o seu trabalho “Utilização de Mapas Temáticos Perceptivos como Ferramenta de Educação Ambiental na Comunidade do Quebra Frascos/Jardim Serrano no Entorno do PARNASO”
Estudantes de Engenharia do UNIFESO têm trabalhos aprovado pelo PIBIC em edital para ICMBIO

As estudantes do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária do Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO) Thamires Domingues e Cristiane Tiemi tiveram projetos aprovados pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em edital do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) para atuar em pesquisa no Parque Nacional Serra dos Órgãos (PARNASO).

A professora Maria Helena Carvalho da Silva, dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Odontologia do UNIFESO e co-orientadora do trabalhos, conta que este estudo abrange três subprojetos: banco de dados, espacialização da região e pesquisa-ação. “Os três estudos foram idealizados pelos grupos discente e docente, embora somente dois destes subprojetos tenham sido aprovados na categoria de Iniciação Científica sem bolsa, e têm como orientador principal o pesquisador Marcus Gomes, atual coordenador de Educação Ambiental e Uso Público do PARNASO, sede de Teresópolis”, completou. “Esta pesquisa busca compreender a dinâmica de uma comunidade local do entorno do PARNASO, onde se pretende construir melhorias em conjunto com os próprios moradores do Jardim Serrano e de Quebra-Frascos, regiões situadas na área de amortecimento do parque”, disse a professora Maria Helena.

A estudante Cristiane Tiemi conta que a ideia desta pesquisa surgiu durante o XII Encontro de Pesquisadores do PARNASO, ocorrido em 31 de outubro de 2014, na sede de Teresópolis, quando o diretor Leandro Goulart enfatizou a necessidade de pesquisas no entorno do parque com os diversos setores da sociedade civil, pautadas no uso e ocupação do solo para conservação da biodiversidade e integração da população. Na ocasião a estudante comentou a situação do bairro Quebra Frascos e, em 2015, junto à professora Maria Helena, começou o primeiro contato com seu coordenador, professor Marcus Gomes, e sugeriu a participação dos colegas Thamirys Domingues e Philippe Ribeiro para a formação do grupo e a elaboração dos três subprojetos. “Desde então temos realizado reuniões para melhor entrosamento e delineamento do nosso projeto principal, que tem como título “Pesquisa-ação com as comunidades do Jardim Serrano e Quebra-Frascos: Educação Ambiental e Participação Sociopolítica na Gestão Ambiental Pública”.

Entre os subprojetos criados o trabalho de Cristiane está entre os aprovados para o PIBIC, com o título “Investigação Quali-Quantitativa nos trechos do Jardim Serrano e Quebra Frascos inseridos na Zona de Amortecimento do PARNASO, Teresópolis, RJ”. De acordo com a estudante, o trabalho tem como intuito identificar os problemas gerados pela ação humana, auxiliando no desenvolvimento de ações educativas que estimulem a participação da população inserida no entorno do parque, garantindo a conservação e a preservação da biodiversidade.

A pesquisa-ação da estudante Thamirys Domingues, “Utilização de Mapas Temáticos Perceptivos como Ferramenta de Educação Ambiental na Comunidade do Quebra Frascos/Jardim Serrano no Entorno do PARNASO”, também obteve aprovação. O trabalho tem como objetivo principal identificar geograficamente uma comunidade vizinha ao parque com base metodológica na pesquisa-ação, para geração de mapas temáticos que reflitam a realidade local e estimulem a percepção socioambiental e ecológica dos envolvidos, em vista da conservação dos recursos naturais e da biodiversidade na unidade de conservação e em sua zona de amortecimento. “Estou trabalhando diretamente com o órgão federal de maior prestígio no país na carreira ambiental, com profissionais atuantes da área e com uma situação real, além de usar uma metodologia completamente nova e desafiadora para todos. Estes aspectos são muito intrigantes e envolventes para os engenheiros. As características deste trabalho têm possibilitado o desenvolvimento do ‘solucionar’ da engenharia, o olhar técnico-ambiental, a abertura do conhecimento e o trabalho em grupo, que é muito bem harmonizado em nossa equipe”, analisou Thamires.

Fonte:Unifeso Clipping (Jornalismo)