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quinta-feira, 27 de abril de 2023

Concerto de Gala, Mostra de Xilogravura e outras atividades no Centro Cultural Feso Pro Arte

 

atividades no Centro Cultural Feso Pro Arte

Fim de semana reúne Concerto de Gala, Mostra de Xilogravura e outras atividades no Centro Cultural Feso Pro Arte

O próximo fim de semana promete, no Centro Cultural Feso Pro Arte (CCFPA). É que o espaço irá reunir atividades de dança, música, literatura e exposições, como a I Mostra de Xilogravura do Centro Cultural Feso Pro Arte e uma apresentação da série Concertos de Gala. 

No dia 29 de abril, a partir das 19h, as Galerias de Arte 1 e 2 e o Salão Nobre receberão a exposição de xilogravura, que visa representar um resgate desta técnica de impressão milenar sobre madeira e homenagear nomes que deram força de expressão artística e cultural à modalidade, em âmbito nacional. Os convidados pra esta primeira edição foram: o Instituto Fayga Ostrower, Ciro Fernandes, Milena Fernandes e Dirceu Weber. Exemplos de forças realizadoras, vivências marcantes e universos únicos. A Galeria de Artes 1 recebe a exposição  “De pai para filha”, de Ciro e Milena Fernandes; a Galeria de Artes 2 expõe “Lanterna do Tempo Ontem e Hoje”, do Atelier da Xilogravura do CCFPA; e o Salão Nobre acolhe “Ilustradora”, de Fayga Ostrower.

Também no dia 29 de abril, às 20h, Salão Nobre receberá o Concerto de Gala, com apresentação da pianista Eudóxia de Barros, que ocupa a cadeira número 14 na Academia Brasileira de Música. Dona de um extenso e premiado currículo e agraciada com quase uma centena de dedicatórias dos mais destacados compositores eruditos brasileiros, Eudóxia de Barros destaca-se no cenário musical brasileiro sobretudo por ter abandonado uma cômoda e promissora carreira internacional para dedicar-se a levar a música a todos os rincões brasileiros, tal como legítima bandeirante paulista. Mesmo as cidades mais longínquas e pequeninas têm a oportunidade de apreciar um repertório de alto nível e cuidadosamente selecionado, no qual sempre se destacam obras-primas de compositores nacionais. Suas interpretações vigorosas e cuidadosamente trabalhadas vão de Chiquinha Gonzaga a Osvaldo Lacerda, de Bach a Beethoven e a Chopin, muitas delas registradas em CDs e DVDs. São um marco cultural importante para nosso país e um exemplo a ser sempre lembrado, aplaudido e imitado.

Programação de abril

Além destas duas atividades, o Centro Cultural Feso Pro Arte abre suas portas para uma programação especial neste fim de semana, que contemplará outras apresentações musicais e de dança e eventos literários. Lembrando que a exposição do Acervo do Patrimônio cultural da Fundação Theodor Albergue e da Fundação Educacional Serra dos Órgãos (Feso) está aberta ao público para visitação todos os sábados. Confira a agenda completa aqui.

Fonte: Unifeso Jornalismo

quarta-feira, 28 de julho de 2021

CCFP recebe o choro disruptivo do grupo Choro em 3

CCFP recebe o choro disruptivo do grupo Choro em 3

CCFP recebe o choro disruptivo do grupo Choro em 3

O choro vai tomar conta do palco do Centro Cultural Feso Pro Arte (CCFP), no dia 31 de julho. A apresentação do grupo Choro em 3 faz parte da série musical Concertos de Gala, que será transmitida ao público, às 19h, pelo canal do CCFP no Youtube.

O trio, composto pelos experientes músicos Alexandre Guichard, no violão; João Fernando, no Bandolim; e Hélio Ratis, na percussão, propõe representar o choro como uma das principais matrizes da música popular brasileira, a partir da releitura de obras clássicas por meio de interpretações que exploram as possibilidades sonoras. A apresentação vai homenagear os principais compositores do gênero, como Pixinguinha, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim.

O grupo celebrou a oportunidade de se reunir para tocar, ainda mais em um momento de pandemia, em que muitas apresentações foram suspensas. “Toda e qualquer oportunidade que temos de estarmos juntos para tocar é sempre uma alegria muito grande. Sendo em um projeto de tamanha relevância para Teresópolis é uma alegria maior ainda”, disse João Fernando. Os três músicos se uniram com a proposta de divulgar o repertório de choro com uma formação musical diferente. “Um grupo regional de choro comum é composto por violão de sete cordas, cavaquinho, pandeiro, e um sopro, como a flauta. No nosso caso temos bandolim, violão ou viola caipira e bateria, que, apesar de não ser do choro, amplia muito o leque de possibilidades sonoras e rítmicas, e gostamos muito de explorar esse lado”, declarou o bandolinista.

Fonte: Unifeso Jornalismo